arpo · ERP para lojas de revenda

Estoque, vendas, consignação e caixa.Num sistema só.

Para quem trabalha com peça única e alto valor — relógio, bolsa, joia, tênis. Cada peça com custo aberto, cada venda ligada ao caixa, e o dinheiro do consignante nunca misturado com o seu.

O que tem dentro

Oito partes que uma loja de revenda usa todo dia, e que hoje moram em planilha, caderno e conversa de WhatsApp.

Estoque de peça única
Cada peça com código próprio, custo aberto em peça, frete, impostos e extras, tamanho, acessórios e fotos. Nada de controle por quantidade: aqui uma peça é uma peça.
Vendas à vista e parceladas
O mesmo pedido cobre as duas. Entrada é a primeira parcela já paga, não um campo à parte — e por isso nunca conta dobrado. Proposta não movimenta dinheiro até ser aprovada.
Consignação nos dois fluxos
A loja recebe e repassa, ou o comprador paga direto ao dono. Comissão, preço mínimo e quem absorve desconto ficam no contrato, e o extrato do consignante sai do razão.
Caixa e razão
Partida dobrada de verdade, com plano de contas pronto. Faturamento por regime de caixa, lucro proporcional ao recebido e o que está a receber num número separado.
Catálogo para mandar no WhatsApp
Monte uma seleção de peças, escreva um recado e gere um PDF. O sistema marca o que já foi enviado para aquela pessoa, para não repetir peça na semana seguinte.
Cartão de crédito da loja
Lança a compra na fatura certa pelos dias de fechamento e vencimento, inclusive parcelada. E mostra quanto reservar para a próxima fatura, que é o número que falta.
Clientes e consignantes
A mesma pessoa pode ser cliente, consignante e fornecedor. Cadastro na hora, sem sair da tela de venda — quem atende no balcão não larga o que está fazendo.
Quem pode querer esta peça
A partir do histórico de compra e da wishlist, o sistema sugere clientes para a peça que acabou de entrar e abre o WhatsApp com a mensagem pronta. Quem envia é você.

O estoque sabe há quanto tempo cada peça está parada.

Faturamento e lucro todo sistema mostra. Há quantos dias o seu dinheiro está na prateleira, quase nenhum — e em revenda é o número que decide remarcação e recompra.

O arpo conta os dias desde a entrada de cada peça e separa o que está em vitrine do que é capital seu de verdade. Peça consignada ocupa espaço, mas não é dinheiro seu imobilizado, e somar os dois é o erro mais comum de quem trabalha com consignação.

Tela de estoque do arpo: R$ 1.225.600,00 em vitrine, R$ 266.600,00 de capital próprio parado e três peças paradas há mais de 90 dias.

Venda à vista e parcelada no mesmo lugar.

À vista é um pedido com uma parcela já paga. Parcelado é o mesmo pedido com mais parcelas. Não são dois cadastros, então não existe histórico dividido nem número que precisa ser somado de dois lugares.

Recebeu uma peça como parte do pagamento? A venda continua pelo preço cheio e a peça entra no estoque com o valor combinado como custo — que é por onde a margem dela vai ser medida quando você revender.

Tela de vendas do arpo: R$ 37.450,00 a receber, e o histórico com uma venda quitada de R$ 178.000,00 e outra aprovada de R$ 74.900,00 com metade recebida.

Consignação dos dois jeitos, sem gambiarra.

Tem consignante que aceita a loja receber o valor cheio e repassar depois. Tem consignante em que o comprador paga direto ao dono e a loja fica só com a comissão. O arpo trata os dois, e a diferença não é detalhe administrativo: ela decide o que entra no seu caixa.

Numa venda consignada de R$ 178.000 com 30%, a sua receita são R$ 53.400. Os R$ 124.600 restantes são dívida com o consignante, não faturamento — e um sistema que lança o valor cheio como receita faz o seu resultado mentir.

Tela de consignações do arpo: R$ 124.600,00 a repassar para Helena Portugal, e dois contratos lado a lado — um no fluxo “loja recebe e repassa” a 30% de comissão, outro em “comprador paga ao dono” a 15%.

O mês fecha por regime de caixa. Dinheiro que entrou, na data em que entrou.

Parcela que vencia em março e caiu em maio fatura em maio. O que ainda está para receber fica noutro número, e os dois nunca se somam. O lucro acompanha o recebido: pedido com 40% de margem que recebeu um quarto do valor contribui com um quarto do lucro, não com tudo.

Tela de caixa e razão do arpo: R$ 223.350,00 de faturamento no período, R$ 68.550,00 de lucro proporcional ao recebido, R$ 37.450,00 a receber e R$ 124.600,00 a repassar a consignantes.

As garantias não estão na tela. Estão no banco de dados.

Regra que mora só na aplicação é regra que alguém desliga sem perceber. Estas são impostas um nível abaixo, onde nem o próprio sistema passa por cima.

Uma loja nunca vê a outra
Isolamento por row-level security no Postgres, e o papel que a aplicação usa não tem permissão de ignorá-lo. Não é um filtro que alguém pode esquecer de escrever.
O razão não se reescreve
Alterar ou apagar lançamento é bloqueado. Erro se conserta com estorno — e o estorno também fica registrado.
A mesma peça não vende duas vezes
A reserva usa trava de linha do próprio banco, não uma checagem da aplicação. Dois vendedores clicando ao mesmo tempo: um passa, o outro recebe a recusa.
A trilha não depende de ninguém lembrar
Preço alterado, custo alterado, venda aprovada, repasse executado: gravados por gatilho, não pela tela. Vale igual se a mudança vier por fora.
Segundo fator para quem move dinheiro
Opcional por pessoa e exigível pela loja inteira. Senha vazada de um administrador deixa de dar acesso ao caixa de terceiros.

O arpo é vendido, não é aberto.

Cada loja entra com um código de acesso emitido na mão. Não há cadastro livre nem loja de curioso ocupando a mesma base que a sua. Me chame e a gente conversa sobre a sua operação.